Não, não posso dizer que lembrarei de tudo
Ninguém o pode dizer, pois esquecer é humano
Todos irão esquecer os momentos mudos
Querer lembrar de tudo é completamente insano
O que levarei comigo no entanto
Serão os sentimentos adquiridos
Dos amigos, amados e queridos
E do que fizemos, o encanto
Não, ninguém pode me forcar
A dizer adeus, boa sorte, tudo de bom
Sem antes me falar, avisar
Do futuro imprevísivel em bom tom
Te digo porem, que não foi em vão
As nossas insuportavelmente intermináveis manhãs
Não me importa se aprendemos ou não
Mas, a saudade do que foi, corroem-me as entranhas
Saudades não, esta palavra é traiçoeira
Pois saudades passam, como simples magia
O que ficará, por escolha ou por bobeira
É a desumana e maldita nostalgia
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